Einstein

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Não se pretende simplesmente agradar, competir, “ser bonito(a)”, sim a-pena-ser, [de acordo consigo próprio(a), ainda que, e obrigatoriamente, educada, parcimónia, verdadeira e honestamente]. Antes do saber d’escrita, é-se, pensa-se, vê-se… O que legitima, e ratifica, intrínseca e naturalmente, “pessoa-eu”. [sergioalmeida.link – Deodato, Deólogo.]

“Palavra imprecisa, versus entendimento, impressivo, mas essenciais, são pertenças da vida – Boa ou má, certa ou errada, palavra logo pessoa.

Entendimento, (palavra-chave). O entendimento, não a palavra, ou o verbo, é que é PESSOAL!… Ou bastaria dizer/pensar. A educação é ímpar, a cultura, não. A cultura é generalista, a educação, individualista.

ESCOLA AUTONÓMICA

(NÃO “CHAMAR OS NOMES PELOS BOIS”)

Ao eu compete o eu, ao social, o social. (Corolário: O social é simplesmente interesse oportuno de todos os seus participantes). Masculino, ou feminina, é eu.

Vulgar, tradicional, e genericamente, Professor/Mestre, é quem ensina outrem a saber e/ou fazer o que ele sabe/faz, exigindo apenas perfeição repetitiva de memória. Em sentido autonómico, Professor/Mestre, Verdadeiro, é quem possibilita outrem a ser ele(a) mesmo(a), permitindo a bom caráter, termo e modo, logo desenvolvimento, perfeita, logo completa, omnisciência autonómica. Aprende-se por si, não pelos outros, que são, ou não, simples “ajudantes”, que, como é notório, podem, ou não, des/virtuar-encaminhar pessoa.

EUSKOLA
Haver com tudo
Código Aberto

Pelo Grego, “DEO, PLURAL DEOS” // Português, DEUS, DEUSES.

MATRIZ, (Grega): LOGOS – SOPHOS – TEROS – KRATOS.

AUTONOMIA CULTURAL: “ΔEOS®“, (DÉOS), (1961).

Ideia, consciência, (pensamento, razão): DEOLOGIA » Fé Consciente: DEOSOFIA » Poder UniVerSal: DEOCRACIA. (Os “3Ds” da educação pessoal autónoma). (As alternativas, vulgares, genéricas, e indiscernidas, são, pensamento e sentidos, fé, e vida).

1º O QUE É PRIMEIRO, LOGO “Eu”.

D+EU-S«?»D-EU+S : “EGO E EU”, SIGNIFICAM-SE verbalmente, DO LATIM PARA PORTUGUÊS, (…). (A mera paridade/significância linguística, não denota/significa, intrinsecamente, ou sequer transmite/viabiliza, cultura, mas apenas algum entendimento a esse nível). [V. Wikipedia: Existencialismo ; Modernismo]

“SEM EU, OU GENERICAMENTE, SEM O SER EU”, NÃO EXISTE AUTO-(RE)CONHECIMENTO POSSÍVEL. A “DÚVIDA”, COMO PROPOSIÇÃO RELATIVA AO ESTAR/TER DO EU, NÃO “AO SER (PROPONENTE) DO PRÓPRIO”.

Deus aí

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