
Seja quem/o que fôr, é pelo “verbo, logo eu, daí ser, estar, ter, fazer”.
Sem Eu e Verbo, “nada feito”! Com “eu e verbo”, mal ou bem feitos!
Óbvia e necessariamente, para qualquer “princípio de quem”, terá de existir, “quem, e meio à interpretação, ou verbo”. O verbo inicial, tem todavia por pessoa, peculiar desenvolvimento, por compreensão, e expressão, mais e mais aptas, em linguagem nativa, (psico-ativa).
É-se, pensa-se, fala-se… Antes de saber d’ escrita, o que justifica, avaliza, e ratifica, “In Natura Vitae”, Pessoa-Eu.
“Nada~;~Melhor”
Ego?
“Ego e eu”, significam-se, do Latim para Português. Não há “um ego e um eu”, são “pele do mesmo”; ou, se preferir, “ego, super ego, e alter ego”, são pertenças “eucêntricas”.
- Como é evidente, nem todas as palavras, ainda que significantes entre idiomas, se podem, “ipsis verbis”, significar, estabelecendo-se apenas “paralelismo linguístico” – Casos, por exemplo, “de Deus, God, Allah”…
«…» Aliás, “eu”
Independentemente da língua, idioma, compreensão, o mais e o menos não ocupam o ser que é… Daí o dizer-se em Português, que “o saber não ocupa lugar”. “Problema é a subjetividade da substantividade” quântica temporal. Só na intemporalidade, “destino”.
Trinómio Vital: Eu, Espírito, Corpo.
Claro que a mente é em quem, mas “isso é a mente”, não particular, exclusiva, e/ou especificamente, o eu e pensamento, ou sequer espírito, razão, e, dita, alma, (…).
- Existem “(des)ânimos”, (e não só), na mesma alma. A Via Budista, perfilando “estados de alma”, àquem e além matéria e vontade humana, apta felicidade (in)temporal, por serenidade emocional, assim lhe seja (re)conhecida virtude e revelação.
Triologia psico*lógica, alegadamente científica, por (sub)divisão em “consciente, subconsciente, inconsciente”, define, genericamente, metodologia a, (também alegada), (re)solução, compreensão, e satisfação, mental, de ânima e alma, (*). Lembrar, “à partida, e chegada”, da factualidade mental, emocional, e física, como TODO A TUDO EM/POR PESSOA-;-EU, e não algo simples, coletiva ou singularmente, padronizável/alienável.
- (*) – “Alma e ânima”: Distinguir o que e onde, ânima, anima, (e não só, também pode desanimar), logo o quê na alma de quem.
(MTA.) ATENÇÃO: “Experiência (Humana) de Revelação, e experiência psicológica, física e/ou material, nada coincidem. A primeira não pertence, logo não é, por vontade humana. De modo simplista, poder-se-á dizer que “experiência humana de revelação, e experiência de revelação humana, são diferentes“.
“Inconsciente psicológico”, a constante imprevisibilidade, todavia psi-intelectualizada e vivida em universo pessoal próprio, e alargado «-;-» relega, exclusiva, mental, e infinitamente, pessoa a tal vazio, este, óbvia ou derimente, obrigatória, e física ou materialmente, psi-justificável, já que, “matéria, mente, espírito e vida, (dita), humana”, pertencem “razoavelmente”. Assim, “não existindo teoria vital”, [aqui como “Deologia“, (termo de inovação filosófica e cultural)], qualquer princípio acaba sempre justificado materialmente.
Fonte Wikipedia, “Psicologia” : A palavra psicologia significa literalmente, “estudo da alma” (ψυχή, psyché, “alma” — λογία, logia, “tratado”, “estudo”).[8] A palavra em latim psychologia é creditada ao humanista croata Marko Marulić em seu livro, Psichiologia de ratione animae humanae, datado dentre o século XV e século XVI.[9] Em sua origem latina, o termo psychologia designava estudos ou estudiosos da obra de Aristóteles De Anima (Sobre a Alma). O sentido moderno de psicologia surgiu na Alemanha no século XVIII e tornou-se ciência com Wilhelm Wundt.[10]].
Ler também Parapsicologia, Wikipedia.

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