“Parece pecado”, não ser materialista. Afinal, vivemos em mundo material… Mas, “ser materialista”, é diferente. É apenas (re)considerar, e (tentar) viabilizar, seja como fôr, aquilo que sintetiza âmbito e objetivo material, o dinheiro.
A dificuldade de refutar o materialismo, “é mesmo essa”, o facto do dinheiro ser transversal à relatividade satisfatória de necessidades. Teorias de liberdade, democracia, de mercado, financeiras, matemáticas, avalizam-no, no sentido de criarem “campo” legítimo a tal ambição, possibilidade, competição. [“A talhe de foice”, lembrar o dito do Profeta Maomé, (Árabe, “Sunna”), ao ter afirmado que, se quisessem competir, o fizessem pela “Paz”].

Onde então Paz? “Isso é o quê? Um pensamento, ação, sentir, fazer, estar?
Onde? Ter paz!
(Re)PARE*Se: O materialismo nasce em ideias aplicadas materialmente, sendo por isso, falta de objetividade, primeira e honesta, relativamente a “ideário”, que é, como facilmente se percebe, invisível ou de pelouro existencial, dito espiritual. O materialismo, é, de todo, materialização espiritual, um espiritismo de vontade em fé, (de ter-do-ser).
Como?
“PAZ”, É, O TER LUGARES DEVIDOS A MATÉRIA E ESPÍRITO “DE A a Z”, (PA-Z). NÃO PARE NEM ACELERE CORAÇÃO OU MENTE, LOGO CORPO E ESPÍRITO. [Ser-de-Ter, e Ter-de-Ser, são diferentemente no mesmo ente ou ser]. Ao estar, o ser tem corpo, (com mente), em espírito e vontade, sendo neste mundo (apenas) por aí.
A vontade, é, assim, “busílis”! De quem? Abraão, e Siddharta, O Buda, aprenderam-na, logo souberam-na, diferentemente, (…).
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