Existe na tradição cultural, (nomeadamente Greco-Romana, logo Ocidental), tornada alegadamente científica, logo pro-verdadeira, “trinómio uníssono pessoal”, interpretativo de pseudo-carácter. Tal tradição, implica concepção binária_base, “ego e eu”, de trinómio ativo, “ego – super ego – alter ego”, em proposição mental, também ternária, de “consciente – sub-consciente – inconsciente”.
“Ego e eu”, significam-se, do Latim para Português. Não há “um ego e um eu”.
A palavra, “tem especificidades por idioma -;- pensado e/ou falado”, intelectualizado, ou não. Nos domínios anti-democráticos, governos, logo governantes, e executivos, apressaram-se, “a não ter pressa”, limitando-se à (in)conveniência de, temporariamemte, ocuparem previlégio vs regalia social, ainda que em plena opressão, e repressão, de toda a valia humana divergente.
Diverge, ou não?!
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