A generalidade humana considera-se, principalmente, por valores mentais e passionais, que, coadjuvados por vontade, e sentido, de alguma individualidade, conduzem, à priori, a aceitação cultural, tida como científica, da Teoria de “Freud”. [Wikipedia].
A psicanálise tenta justificar mentalmente a pessoa, através do auto-(re)conhecimento (in)consciente… Quando alguém não se encontra capaz, no todo ou em parte, de se auto-(re)conhecer, então, “entra a química”, bloqueando pensamento, razão, e emoção, c/s alguma “sonolência” à mistura. Mas, O QUE HÁ QUE REALÇAR NA VISÃO E PERSPETIVA FREUDIANA, É A ATITUDE, CONVICÇÃO, E DETERMINAÇÃO, EM CONSIDERAR, EXCLUSIVAMENTE, OU A 100%, A EXISTÊNCIA, E ESSÊNCIA, INDIVIDUAIS, COMO MENTAIS.
TODAVIA, “FUNCIONA”, É DEIXAR… E, SE ACREDITAR, “MELHOR AINDA”. Aliás, que “outra razão (lhe) poderá dar a sua mente”?
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