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Não se pretende simplesmente agradar, competir, “ser bonito(a)”, sim a-pena-ser.
Antes do saber d’ escrita, é-se ou existe-se, pensa-se, vê-se, fala-se, ouve-se, tem-se, faz-se… O que legitima, e ratifica, “In Natura” – natural e individualmente, “pessoa-eu”. (Gíria linguística: “Antes de Ser, já o era”).
Palavra imprecisa, versus entendimento, (palavra-chave), este impressivo, são essenciais e pertenças de vida – Boa ou má, certa ou errada, palavra logo destino.
“Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou”. Albert Einstein. “A existência precede a essência”. Jean Paul Sartre. “Penso, logo eu, pensamento, e existir, existem”, [refutação ao “Cogito, ergo sum”, (“Penso, logo existo, ou sou”), de Descartes,]. Sérgio Almeida
ESCOLA AUTONÓMICA
Ao eu compete o eu, ao social, o social. (Corolário: O social são (des)interesses coletivos). Masculino, ou feminina, é eu. TODOS, SOMOS “EUS”! “De algo-ritmo motiva-dor”.
A educação é ímpar, a cultura, não. A cultura é generalista, a educação, individualista.
Destino individual: (Re)Aprender/Formular/Estabelecer – genérica, particular, e especificamente, experiência de/com/na/para a Vida.
Entendimento, (palavra-chave). O entendimento, não a palavra, ou o verbo, é que é importante… Ou bastaria dizer/pensar/querer/desejar/rezar. TODAVIA, “NA.TU.REZA”, é implícita, logo inevitável.



D+EU-S«?»D-EU+S
Do Grego, “DEO, plural DEOS” »/» Português, DEUS, plural DEUSES. (Em Português, “Deus” já é plural em “D+Eu+s“).
MATRIZ ETIMOLÓGICA, (Grega): LOGOS, (Pensamento) – SOPHOS, (Ânima) – TEROS, (Posse) – KRATOS, (Poder).
INÉDITO CULTURAL – HERMENÊUTICA E EXEGESE: “ΔEOS®“, (DEOS). 1961.
Deologia – Deosofia – Deocracia: Revelação “Por Si”. Deoterapia: (Re)Estabelecimento Pessoal Completo. “DEOte“: Treino ou Arte Pessoal Completa, (Saúde, Vida, Defesa).
“EGO E EU”, SIGNIFICAM-SE, DO LATIM PARA PORTUGUÊS, LOGO, SÃO O MESMO“, (…). Ainda, é hábito de sentido cultural, não só Português, “chamar ego” a demandas arbitrárias de vontade, como se fossem à parte, ou alheias, mas obviamente pertença do mesmo eu.
Obs.: Nâo fosse “Católico Apostólico Romano”, desígnio ego«/»eu, e o “ser Português, (“Romano”?)«/»Católico”, não poderia.. A propósito, “Católico significa Universal, do Grego, Katholikos”. :) A “talhe de foice”, “Igreja Universal do Reino de Deus”, está nessa linha de presunção semântica, (…). (On y soit qui mal y pense).
Questão “Ego-Eu”, como sentidos, antes de poderem ser verdades conscientes. Dualidades, interior e exterior, são diametralmente opostas.


1º O QUE É PRIMEIRO, Logo “Eu”.
“SEM EU, OU GENERICAMENTE, SEM O SER EU”, NÃO EXISTE EXISTÊNCIA RECONHECÍVEL, VIDA E AUTO-(RE)CONHECIMENTO POSSÍVEL E ESSENCIAL. A “DÚVIDA/IGNORÂNCIA”, COMO PROPOSIÇÃO RELATIVA AO ESTAR/TER DO EU, NÃO “AO SER EU (PROPONENTE E ATIVO)”. O ser põe dúvida, não podendo duvidar intrínseca e verdadeiramente de si, por ter do ser intrínseco, existencial, vital e prático, logo essencial, e substancial, física e intelectualmente. O “ter-do-ser” é o conhecimento substancial e prático. “Ser-do-Ter”, é a ligação pro-consciente sensível. (…).
